a good advice...
"I wrote a letter on a nothing day
I asked somebody “Could you send my letter away?”
You are too young to put all of your hopes in just one envelope”
as vezes eh dificil naum colocar toda sua esperança em apenas uma coisa. eu tenho q aprender a fazer isso!!! d qq jeito! alguém aí sabe como se faz? eu espero q eu esteja pelo menos evoluindo nesse sentido... ahhh.... axo q tô. Saia d mim ansiedade...
EQUILIBRIO... ZEN... AAHHUMMMM...
naum pretendo virar budista pra conseguir, mas vou fazer tudo o q for preciso!!
e o tempo passa...
"tempo é a substância de que sou feito" (Garcia Marquez)
e os meus hormonios naum me deixam eskecer q tenho 22 anos! axo q se naum fosse por eles eu ja tinha eskecido... e no proximo aniversario eu compraria uma vela de uns 53 anos ou mais. e eskecer disso poderia ser meio trágico pq me seguro nisso muitas vezes... até qd poderei me segurar? só kero pensar q agora posso me segurar...
mas o tempo passa... 2005... passando diante d meus olhos... e eu imóvel... e eu naum esperava ficar imóvel... passando... 2005...

6 Comments:
Poxa, eu tbm coloco toda minha esperança. Mas não tem jeito, somos assim, por dentro e por fora. Essências são incapazes de serem alteradas, porque não possuem estruturas.
Viva a intensidade! (fazer o quê...) Sem ela, a vida não é a mesma pra mim.
Quanto ao aniversário, eu adoraria comprar uma vela de outra idade e cantar parabéns. Vou fazer isso esse ano! Hahaha
Ah, vou deixar um samba (olha a influência do Marcílio rsrs):
A gente esquece (Paulinho da Viola)
A gente esquece um samba
E faz um outro samba
A gente perde um grande amor
E acha um outro amor
Você morreu no meu peito
E no meu peito nasceu
Não um outro amor
Mas essa indiferença sem saudade
Sem tristeza e sem rancor
A gente tem uma esperança
E vai vivendo
A gente canta até na hora de sofrer
Já fiz um samba que perdi
Onde eu dizia veja bem
Que não havia mais ninguém
Senão você
Os Três Mal-Amados
Joaquim:
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
Um abraço a Todos
três mal amados? Isso é do poema ou foi intencional seu anônimo?
É o Titulo do Poema...Agora se me perguntares o porque do titulo, não saberei responder. Pergunte ao autor; João Cabral de Melho Neto.
Um abraço a todos
Agora, querido desconhecido se quiseres saber o porque dele aqui te responderei apesar de toda minha ignorancia...
Um abraço a todos
ow! anonimos! q historia eh essa? meu blog ta sendo usado! hehe brincadeirnha... comentem o maximo q puderem... agora eu to meio q amalisando tipo "quem será esse?" to tentando analisar o modo d escrita d cada um pra tentar descobrir quem sao esses anonimos..hehe. mas tem problema naum... dpois eu pergunto na cara d cada um...hehehehe. Tem tanta coisa pra comentar... essa coisa da essencia... eu realmente axo q naum da pra alterar... mas tem gente q altera na marra! e isso acontece pq as estruturas sao frageis... mas essas estruturas sao frageis pra alguns e pra outro sao extremamente fortes. Querer racionalizar essas struturas eh uma perda d tempo. Mas acredite: tem gente q altera, ou melhor, finge alterar.
A coisa da intensidade... o problema eh q cansa. nem sempre eh possivel viver a intensidade q keremos e ai... sei la... o lance eh q to cansado d kerer viver intensamente e n conseguir. Por isso to mais lentinho... di boa... mas com certeza uma hora vou kerer intensidade d novo e isso nem vai demorar. Mas eh q a gente precisa tomar folego d vez em qd.
esse do joao cabral... eh legal...gostei principalmente da parte:" O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome." lembrei dakela frase do Kundera q eu postei sobre o mecanismo psiquico e fisiologico do amor... e ja me pergunto se essa loucura toda amorosa eh uma kestão d inexperiencia. talvez precisemos aprender a controlar pelo menos um poko... conseguir tocar a musica sem olhar pro instrumento... sei la...
to bombando! kero escrever mais! kero falar!
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